Vou escrever um capitulo que tinha esquecido de mencionar neste post. A morte de Martine. Estávamos a tomar o pequeno almoço quando ela se sentiu mal de tal maneira que fui obrigado a encontrar forças para a levar para a cama. Chamei o INEM e os paramédicos disseram-me que seria um AVC e transportaram-na de imediato para o hospital de Leiria e eu fui no meu carro. Quando cheguei fui à recepção para saber onde estava a minha esposa disseram-me que ela estava nas emergências. Fui vela, Encontrei-a muito mal, um olhar fixo, agarrei-lha a mão e ela não teve nenhuma reacção. Fui falar com a médica e perguntei se lhe tinham feito um TAC, disseram-me que ainda não e só o fariam da parte da tarde porque havia muitos doentes à espera para o mesmo exame. Sempre li que um AVC é muito importante fazer um TAC na primeira hora e nada foi feito. No dia seguinte à tarde, voltei e falei com outra médica, que me disse que o tinham feito e que o resultado não era nada animador. Não compreendo que só o tenham feito mais de 24 depois de la ter dado entrada nas emergências. Nada podia fazer visto que tudo o que eu dissesse sobre este tempo perdido seria contrariado pelos médicos e eu, claro não tendo capacidades técnicas não os podia contrariar. Era muito difícil que ela escapasse mesmo se o tivessem feito em urgência visto que la tinha uma trombose e mais de metade do cérebro estava cheio de sangue. Mas se as recomendações para casos destes deve-se de fazer o exame, porquê o não fizeram? É ASSIM NO HOSPITAL ST ANDRÉ EM LEIRIA. ACUSO ALGUNS PROFISSIONAIS DO HOSPITAL ST ANDRÉ EM LEIRIA Ontem li na Internet e esta manhã vi na RTP 1 uma reportagem sobre uma pessoa que morreu da urgências do Hospital ST ANDRÈ em Leiria acidente esse que não me admira absolutamente nada que infelizmente aconteceu. Foi neste Hospital que a minha esposa Martine da Fonseca esteve hospitalizada e operada e aconteceram coisas que não deviam de maneira nenhuma, desde um caso de racismo, a me acusarem de que eu era daqueles que ia ao hospital para entupir as urgências, isto me foi dito por alguém que se diz médico, vou resumir tudo o que se passou. Depois desta resposta insisti para que a minha mulher fosse internada para ser operada visto que estava considerada uma operação de urgência antes do fim de Dezembro. - oh temos temos para o fim do mês ainda faltam mais de 20 dias, Tanto insisti, que esse senhor a quem chamam médico me disse, - bom vai ficar em observação esta noite e veremos amanhã de manhã e do tal entupimento que eu vinha fazer, passou a que Martine fosse operada pela manhã do dia seguinte. Coisas que se passaram e que eu escrevi aqui e fui logo atacado por alguns amigos meus dizendo que eu exagerava visto que o SNS era melhores do mundo, reparem que eu nunca falei desta organização mas sim do hospital, até acredito que sim que seja, mas O SNS é uma organização que dirige o sistema de saúde mas se não lhes disserem o que se passa nos hospitais, é lógico que para essa organização tudo corre às mil maravilhas. O que não é verdade. Vamos ao primeiro caso. Depois da operação, minha esposa foi transferida para uma enfermaria da Cirurgia II e ao segundo ou terceiro dia, uma enfermeira devia de substituir o penso, chegou e começou a falar em português com a minha esposa que não falava português, compreendia mas não falava pois bem, como a minha esposa não falava a língua de Camões recusou de fazer a substituição porque segundo ela ( a enfermeira) quem vem a Portugal devia de saber falar a nossa língua. Dias depois, a minha esposa recebeu a visita de três médicos, a médica que a operou, um médico que falava francês e um outro médico que era o médico chefe. A minha esposa aproveitou a ocasião por se queixar visto um médico falava francês e que lhe disse o que ela não sabia que o outro médico era o chefe que quando ouviu as queixas, disse-lhe: a senhora conte-me lá essa história. Martine relatou os fatos e a resposta dele foi que não queria essas coisas no hospital, a minha esposa acrescentou, e quando tive alta vou-lhe levantar um processo. -E tem muita razão, minha senhora. Não sei o que se passou em seguida, salvo que deixamos de ver essa enfermeira durante 10 dias mas a solidariedade não cai sempre para defender as boas causas e neste caso as outras enfermeiras viraram-se contra a minha esposa, faziam todo o possível para que ela não se sentisse bem, Entre outras coisas, um dia não lhe foi servido o jantar, outro dia foi servido às 23 hs ao ponto de ela me telefonar a chorar pedindo,me que eu a faça sair do hospital porque ela tinha medo das enfermeiras,consegui convencê-la a ficar caso contrário se em nossa casa algo de mal acontecesse o Hospital recusava toda a responsabilidade. Segundo caso: A operação correu normalmente mas ao fim de dois dias começou a sentir fortes dores, A enfermeira deu-lhe o gota a gota de morfina. Quando cheguei para a visita, ela sofria e disse-me que lhe tinham retirado a morfina e substituído por um outro produto, mas as dores continuavam. Fui falar com a enfermeira e pedi-lhe que ela volte à morfina, a resposta foi: ela tem dores porque ela não se mexe. Não convencido com a resposta, pedi à enfermeira para chamar um médico, resposta rápida : É IMPOSSÍVEL, É FIM DE SEMANA, NÃO HÁ MÉDICO! Respondi que devia de haver um num canto qualquer do hospital. Esperei e nada, voltei a pedir, esperei e nada , já´enervado foi com maneiras nada meigas lhe dizer que exigia um médico para assistir a minha esposa, não tive resposta mas tive um médico 5 minutos depois, Daquilo que não era nada passou a ser uma urgência, o médico deu ordens para se fazer análises rápidas e comigo presente ela foi para o bloco para ser reaberta de urgência visto que a sonda se tinha rompido e todas as fezes e o que devia de ser evacuado pela sonda, espalhou-se em todo o organismo. Não é o SNS que tem culpa mas sim os profissionais que estão a se servir do SNS. No dia seguinte, o hospital telefonou-me a para me dizer que eu tinha que ir ao hospital porque a minha esposa estava em estado critico estava nos cuidados intensivos em coma induzido, que teria acontecido se eu não tivesse insistido para que o médico viesse? Como leram, eu nunca acusei o SNS mas sim os maus profissionais do hospital de Leiria, nem todos certamente. Não é normal quem entrando no hospital de Leiria, possamos ver quadros um pouco para todo o lado que dizem FALA INGLÊS? FALA FRANCÊS? FALA ALEMÃO? NÃO TEM PROBLEMA, TEMOS TRADUTORES. Muito lindo, mas quando eu disse a uma enfermeira que estando eu ausente, que chamem um tradutor, Resposta- não podemos, eles estão a trabalhar! Então o melhor é retirarem os quadros. A médica dizia: a sua esposa precisa de andar, sim tudo farei para que aconteça. E l´´a vai este parvalhão que ainda acredita na existência do Menino Jesus, pedir a uma enfermeira um andarilho, Um andarillho? Só temos um e está emprestado a uma senhora. E lá tive que ir pedir à senhora se me podia emprestar por alguns minutos. Isto também não é admissível num hospital . Desculpem, é longo, mas serviu-me para descompressar um pouco e denunciar o que não vai bem. Envio com sinceridade meus agradecimentos à Senhora Doutora Mónica Leandro, pela sua competência e Humanismo. É possível que o meu advogado instaure um processo contra X por erro técnico e medical. Dentro de dias volto para França e só depois decido. Alberto da Fonseca
So bons a no resolver. Tm gosto em enviar utentes para casa cheios de medicamentos s porque no conseguem trat-los. Tenho dois casos de exemplo. Tive de ir a Coimbra e l sim, h medicos e enfermeiros que do dignidade profisso.
Excelente infraestrutura e blocos operatrios equipados com equipamento recente, s pena que a excelncia apresentada na manuteno do espao no se transponha para o pessoal contratado.O Dr.Constantino (se que este misero ser se pode chamar de doutor) foi o pior profissional de sade que eu j tive o (des)prazer de conhecer.Este arruinou completamente a circunciso do meu filho Toms, no momento em que me tirou a tesoura da mo e me expulsou da ala dos doentes terminais, dizendo - "Lave as mos primeiro" - provocao que eu no levei de animo leve e qual respondi - "O rapaz t a morrer no h tempo para isso" -, escusado ser dizer que o pobrezinho morreu com o penduricalho por cortar, algo que eu nunca na vida perdoarei ao mostro respomsvel.
O mdico Dr Constantino, fez pouco caso de minhas informaes no caso de uma infeo urinauri que h um ms tento combater aqui em Portugal.Fui a urgeurg com exames laboratoriais feito na Beatriz Godinho dia 14 com resultado de cultura bacteriana do dia 18, informando que sou resistente a mltiplos antibiticos e informei ao mesmo que j havia tomado vrios mostrando receita e eu queria que ele (Dr Constantino) me receitace o que o exame apontava como sensvel e o Dr, me enganou fazendo comprar um medicamento que j tinha usado e no surtiu efeito.O Dr no trabalha com seriedade. Deixo minha nota 0 para ele, pois isso desumano.
Um recm nascido de 3 semanas dentro de um ovo na sala de espera com o ar condicionado a bombar frio, tratado de igual forma que um jovem de 16 que est l fora a fumar enquanto espera... vergonhoso.
Se precisar realmente vir c, bom separar 5 ou 6 horas do seu dia para comear a ser atendido. Mesmo com fita amarela, j estou a 4h para ser atendido. Falta organizao e pessoas o suficiente para atendimento mnimo.
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